Fevereiro de 2011 foi um mês muito importante para o Projeto Beth Bruno! Os agentes de saúde, depois de passarem por duas etapas, onde aprenderam o Bioenergético e Fitoterapia, mergulharam no universo dos Florais de Bach e da Homeopatia Popular.

O encontro ocorreu entre os dias 15 e 20 de fevereiro de 2011, no Centro de Treinamento Emaus, da Diocese de Santarém.

Nos dois primeiros dias, os agentes entraram em contato com o legado deixado por Dr. Bach e estudaram os Doze Curadores. Através de dinâmicas, teatros, brincadeiras e seminários, os facilitadores (Pe. José Dillon, Lizete de Paula e Luciana Chammas) apresentaram aos agentes de saúde as 12 primeiras plantas descobertas por Dr. Bach. Neste caminho de descobertas, alguns agentes de saúde expressaram a surpresa de entrar em contato com sua alma através deste conhecimento.

A partir do terceiro dia do encontro, Ir. Marialva e Edna F. Amaral começaram o estudo da Homeopatia Popular. De maneira didática e amorosa, elas deixaram os agentes emocionados com esta abordagem terapêutica.

Como não podia deixar de ser, tivemos nossa noite temática, com danças regionais e poesia. O grupo do Arapiuns, formado por indígenas, nos presentearam com danças e músicas, o grupo de Santarém trouxe danças folclóricas e o carimbó e finalmente, tivemos a leitura de uma poesia, preparada pelos agentes de saúde de Monte Alegre e Oriximiná, onde eles falavam de cada um dos 12 Curadores.

Na noite de quinta-feira, tivemos uma reunião com todos os agentes para discutirmos os próximos passos do projeto. Nesta etapa o projeto disponibilizou o material para que os trabalhos nas comunidades se iniciem. Cada comunidade levou: um kit de florais de Bach, um kit de matrizes homeopáticas, etiquetas para rotular os frascos, frascos vazios para o preparos dos remédios e livros técnicos.

A fim de garantirmos a sustentabilidade do projeto, os agentes se comprometeram a devolver ao projeto o valor de custo deste material, para que, através deste caixa comunitário, eles possam repor o material gasto, financiar novos grupos e promover outros cursos.

Esta é uma maneira de dar a estes agentes autonomia financeira e garantir a perenidade dos trabalhos.

Para a coordenação e para os agentes, esta etapa foi muito importante, pois o grupo se mostrou mais maduro e confiante.

Como coordenadores, tivemos a sensação de que este trabalho foi abraçado por eles e que o aprendizado vai muito além de técnicas. Juntos, estamos aprendendo questões que envolvem responsabilidade, trabalho em grupo, sustentabilidade e confiança.

São valores que devem permear nossa existência, pois eles reafirmam a condição humana e são indispensáveis se quisermos fazer deste planeta, um lugar melhor para se viver.

Obrigada a todos que têm trabalhado para que esta ideia dê frutos.

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